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Alex Moro ressalta os aspectos mais relevantes para o desenvolvimento dos e-commerces

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O marketplace é um modelo de negócio que traz recursos muito úteis para as empresas e marcas que vendem na internet, que auxiliam no aumento de vendas. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) – que analisou no período entre 2010 e 2022 -, o setor de marketplaces no Brasil registrou um total de 135,6 bilhões nas vendas, o que significa um crescimento de 3% em relação a 2021. O share de faturamento dessas plataformas tem aumentado, chegando a 80% em 2022. Segundo Alex Moro, especialista em marketplaces e CEO da escola Efeito Empreendedor, o principal fator que impulsionou o crescimento dos marketplaces em 2023, foi a pandemia em 2020.

“Esse aumento se deu com a entrada de muitos usuários vendendo na plataforma, muitas lojinhas de bairro, pequenos vendedores e até mesmo vendedores de porta em porta , que foram para o canal on-line. Houve uma percepção que é muito mais simples vender dessa forma, online, e todo esse público, com a urgência que tinha de criar renda correu para a expertise do marketplace”, comenta Alex Moro.

Para corroborar com esse crescimento, está o crescimento dos e-commerces colaborativos, que tiveram uma grande expansão na pandemia e, desde então, vem crescendo consideravelmente a cada ano. Isso é demonstrado na pesquisa “Cenário da Adoção do Marketplace Online”, realizada em 2021 pela Mirakl – uma plataforma SaaS de marketplace corporativo -, que indicou que 86% dos brasileiros reconhecem esse espaço como a forma mais conveniente de consumir atualmente. Entre os setores que mais demonstraram crescimento, Alex Moro explica que todos os setores, comparados com eles mesmos, crescem ano após ano.

“Como eu digo, não existe ex-internauta. Uma pessoa que tem uma experiência dentro de um Mercado Livre, por exemplo, percebe rápido a segurança e acaba sempre comprando mais. Mas os setores que mais vendem são beleza e cuidados pessoais”, argumenta.  O especialista ainda completa: “hoje em dia, é muito mais simples comprar, por exemplo, maquiagem e produtos wellness pela internet. Até mesmo o processo de devolução torna isso mais fácil. Outra categoria que cresceu é a de decoração, com pessoas ficando mais tempo dentro de casa, elas quiseram deixar as residências mais bonitas e confortáveis”.

Tecnologia, publicidade e logística impulsionam os marketplaces:

Segundo Alex Moro, algumas tendências tecnológicas ajudam a impulsionar esse mercado.  Entre elas, a logística, cada vez mais automatizada e aperfeiçoada nos marketplaces, que têm uma solução chamada fulfillment. “Essa solução já é uma modelagem da Amazon, nos Estados Unidos. Então essa é a maior tendência tecnológica, porque está em cima da logística do frete, visando o principalmente o comportamento, ou seja, a decisão do comprador. Ele olha para o frete, velocidade e preço, para fazer a decisão final de compra”, comenta Moro.

Com a queda das Americanas – um dos principais players e concorrente mais forte do mercado -, algumas decisões tiveram de ser feitas em relação às estratégias de marketing nas empresas, segundo Alex Moro. “O Mercado Livre, por exemplo, vem avançando muito forte na televisão, por mais que a internet seja o principal meio. A televisão é o que mais atinge a população. Então com certeza focar na expansão de anúncios televisivos foi a principal estratégia”, argumenta o especialista.

Entre os desafios enfrentados pelos marketplaces, Moro cita que há um embate entre os gigantes, como Magazine Luiza, Americanas e Mercado Livre, pois os americanos estão brigando pela logística brasileira. “Quem ganha somos nós vendedores e os compradores. Então o desafio enfrentado por eles é descobrir qual a melhor malha logística hoje. O Mercado Livre investe em aviões. A Amazon testa drones nos Estados Unidos. Mas o que é viável no Brasil, e o que, não é? Os americanos não conseguem comparar o comportamento e nem o apoio político no setor logístico estando fora do Brasil. Tem que entender e jogar o jogo do Brasil”, finaliza Alex Moro.

Sobre Alex Moro:

Alex Moro é um dos pioneiros na especialização de vendas por meio de marketplace no Brasil.  À frente da 1ª escola on-line voltada para vendas nesse segmento, o santista já educou mais de 17 mil alunos diretos e mais de 500 mil pessoas por todo o país e hoje é considerado um dos especialistas mais renomados nesse mercado. Além de empreendedor na área, Moro também é Influencer Oficial do Mercado Livre e Consultor Certificado Platinum, embaixador Oficial Amazon e parceiro da Magazine Luiza, principais canais de vendas do mercado de e-commerce do Brasil.

** Este texto não necessariamente reflete, a opinião deste portal de noticias

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Após o carnaval, 8 a cada 10 brasileiros continuam endividados

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60% possuem débitos com cartão de crédito em aberto e 43% buscam negociações com banco

O começo do ano é geralmente um período utilizado por muitos brasileiros para se reorganizar financeiramente, pelo menos é o que 12 milhões de brasileiros já fizeram no primeiro bimestre. Ao todo 17 milhões de dívidas foram “desnegativadas”, quitadas ou equacionadas e o total renegociado chega a R$ 35,6 bilhões, segundo dados obtidos através do programa Desenrola Brasil.

Mas para 44% dos brasileiros o ano começa depois do carnaval e os altos índices de endividados continuam em fevereiro. Segundo dados do Raio-X dos Brasileiros em Situação de Inadimplência, 8 em cada 10 brasileiros encerraram o ano de 2023 com dívidas e destes um terço continuam com contas atrasadas. Débitos com bancos (64%) e cartão de crédito (60%) são as fontes dos débitos em aberto, segundo base de dados do Instituto Locomotiva e da Serasa.

Em janeiro, 76% dos brasileiros procuraram alguma forma de crédito, sendo o serviço de cartão o mais buscado. Em relação à finalidade do crédito solicitado em empréstimos pessoais, 41% afirmou ser para investimentos, 21% para pagar contas básicas e 26% para pagar dívidas de contas básicas.

Segundo Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio diretor da Multimarcas Consórcios, o cartão de crédito continua sendo um dos grandes dificultadores porque é visto como um valor adicional ao orçamento mensal. “Os brasileiros vêm utilizando a modalidade para compras do dia a dia e a capacidade de parcelamento levou-os a acreditar que ao dividir uma compra a dívida fica menor, quando na realidade, as pessoas estão apenas  antecipando as dívidas do próximo mês”, explica.

Em sequência, aparece o setor de água e luz (11,33%), comércio (11,20%) e outros com 7,16%. Sudeste, Nordeste e Norte lideram o ranking das regiões com mais débitos é o que mostra os dados apresentados pela  CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Muitas famílias ainda são reféns da utilização de créditos para complementar o orçamento mensal e a utilização de diferentes solicitações podem levar a refinanciamentos.

“Para os brasileiros, a instabilidade econômica do país é o agente dificultador de um padrão de vida financeira saudável para o cidadão comum. A alta inadimplência deve-se à situação dos salários baixos e desemprego elevado”, explica o especialista.

A previsão é que para o mês de março aumente o número de brasileiros buscando negociações e acordos para sair da lista de inadimplência. Segundo a Serasa, todos os meses mais de 26 milhões de pessoas acessam o site e o aplicativo. A instituição afirma que com a nova parceria com o programa Desenrola do Governo Federal, o número deve aumentar e mais facilidades devem ser ofertadas.

Pensando nisso, o especialista separou 3 dicas para auxiliar quem está no vermelho:

Faça um levantamento dos gastos, anotando todas as futuras despesas. Análise as áreas em que é possível economizar, buscando alternativas mais econômicas e eficientes.

Utilize a regra 50, 30 e 20 para organização das finanças e priorize as despesas mais importantes, evitando o endividamento. A regra financeira é simples e divide o orçamento em três partes: 50% para gastos fixos e essenciais; 30% para gastos variáveis e que podem ser reduzidos se necessário; e 20% para investimentos ou criação de um fundo de reserva.

Evite dívidas desnecessárias para manter seu orçamento saudável é extremamente importante avaliar com atenção suas necessidades antes de efetuar compras parceladas ou solicitar empréstimos. Portanto, ao planejar suas finanças, lembre-se de considerar cuidadosamente se a compra é realmente necessária para atender às suas necessidades imediatas e se você terá capacidade de pagar as parcelas mensais ou as prestações dentro do prazo estabelecido.

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Brasil tem 4 em cada 10 Edtechs mais promissoras da América Latina, segundo HolonIQ

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O reconhecimento selecionou 100 empresas na região e analisa o desenvolvimento e implementação de tecnologias educacionais

Dados da premiação “The Latin America EdTech 100”, promovida pela HolonIQ, revelaram que, das cem EdTechs mais promissoras da região, reconhecidas em 2023, 42% são do Brasil – uma tendência que é observada desde 2020. O ranking foi seguiu com México, Argentina e Colômbia. Veja os dados completos no gráfico a seguir:

Uma das EdTechs destacadas pela premiação foi a Layers, uma startup de São Caetano do Sul que conquistou um espaço pela terceira vez consecutiva, desta vez na categoria “Management Systems” ao lado de empresas brasileiras como educbank, Scaleup, Arvore, Motrix, Alura, Gomining, entre outras.

“No Brasil, as EdTechs são catalisadoras da transformação digital da educação. Juntas, podem proporcionar soluções abrangentes para as principais dores do setor educacional, como iniciativas personalizadas e adaptáveis, permitindo que as instituições escolham o que melhor se encaixa em sua realidade, promovendo a inovação e a eficácia. Por meio de parcerias e colaborações, essas empresas têm contribuído para a expansão do acesso à educação de qualidade no país, promovendo a inclusão e aprimorando a eficácia do processo de ensino-aprendizagem”, avalia o CEO da Layers, Danilo Yoneshige.

Ainda de acordo com o levantamento da HolonIQ, 30% das edtechs premiadas, considerando toda a América Latina, foram fundadas em até 3 anos, o que indica o imprescindível apoio ao “early stage” na região. Em relação às soluções desenvolvidas para os segmentos de Ensino Fundamental (K12), Superior e Profissional (Workforce), é o Brasil e o México que lideram por meio de startups mais maduras.

A HolonIQ é uma empresa que atua no campo da educação, focada em impulsionar a transformação educacional global por meio de inovações e soluções tecnológicas avançadas. Seu trabalho abrange o desenvolvimento e implementação de tecnologias educacionais, a análise de dados e tendências no setor, além de oferecer insights estratégicos para instituições de ensino, governos e empresas. A HolonIQ busca melhorar a acessibilidade, personalização e eficácia do aprendizado, contribuindo para moldar o futuro da educação em escala global.

“Ao longo dos 5 anos de existência, a Layers tem o propósito de transformar a tecnologia na maior aliada do aprendizado, para que possamos construir uma educação mais inclusiva e personalizada. Entender que esse objetivo está ganhando repercussão internacional é uma satisfação enorme e nos mostra que estamos no caminho certo e vamos continuar”, declara Yoneshige.

A Layers é a startup responsável por criar o único SuperApp da Educação capaz de unificar todas as ferramentas de gestão da escola em um só ambiente online, com integração profunda a outros sistemas de gestão, e acesso a ferramentas de comunicação, atendimentos e agenda. Com sua capacidade de integração, oferece a oportunidade de outras edtechs unificarem suas soluções e acessarem o mercado educacional, reforçando o verdadeiro significado de “all-in-one”. Já são 1900 instituições de ensino atendidas, 22 redes e mais de 750 mil alunos

Critério da premiação

De acordo com a HolonIQ, o objetivo da premiação é identificar as mais promissoras startups em cada grande região do mundo. Para serem elegíveis, as startups devem ter menos de 10 anos, ter sede na região em questão ou estar predominantemente focadas no mercado competente (por exemplo, > 80% de receita/clientes de educação). Elas também devem ser consideradas “startups” (ou seja, não terem sido adquiridas, serem subsidiárias ou listadas) e não serem controladas por um grupo de investidores (por exemplo, através de aquisição por private equity ou investimento controlador).

A HolonIQ Education Intelligence Unit e especialistas de mercado selecionados avaliam cada organização com base na metodologia de pontuação de startups da HolonIQ, que em resumo abrange as seguintes dimensões:

  • Mercado: A qualidade e atratividade relativa da categoria de mercado específica na qual a empresa atua;
  • Produto: A qualidade, singularidade e impacto do produto em si;
  • Equipe: A expertise e diversidade da equipe de liderança;
  • Capital: A saúde financeira da empresa e sua capacidade de gerar ou garantir financiamento suficiente;
  • Momentum: Mudanças positivas no tamanho, velocidade e impacto da empresa ao longo do tempo.

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COMEMORAÇÃO DE 40 ANOS DA ABRAJET-SP INCLUI VISITA TÉCNICA Á FESTA DA UVA EM JUNDIAÍ

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A ABRAJET-SP – Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo Seccional São Paulo está comemorando 40 anos. Diversas ações foram preparadas para a comemoração, entre elas, algumas visitas técnicas. A Festa da Uva foi uma das escolhas. Confira conosco a tradição desta festa que é sucesso absoluto de público e da história da UVA com rainha e princesas.
Uva em Jundiaí (SP) tem registro de Indicação Geográfica
Ação intensifica o fluxo turístico na região, gerando emprego e renda
Recentemente, em Jundiaí (SP), a uva Niágara Rosada passou por um processo de estudo para que pudesse ser registrada como Indicação Geográfica. Isso é resultado de uma qualificação diferenciada da fruta tem qualidade, com características de aroma, coloração, sabor e quantidade de açúcar, que são diferentes das espécies produzidas em outras regiões.
Marcela Moro, coordenadora da Festa da Uva de Jundiaí que chega a sua 90ª edição em 2024, explica que como este tipo de uva nasceu em Jundiaí, já é divulgada com tipo de indicação geográfica que é a IP, ou seja, indicação de procedência.
Ela explica que a uva surgiu por conta de um fenômeno nos parreirais de Jundiaí. “Isso foi no bairro do Traviú, em 1933. No ano seguinte foi realizada a primeira Festa da Uva de Jundiaí”.
Foram quase dez anos de muito trabalho para obter essa marca de indicação geográfica da Uva Niágara de Jundiahy. A escrita Jundiahy remete a uma característica histórica do período em que a Niágara surgiu, em 1933. Nessa época, faziam parte da área de Jundiaí os municípios de Louveira, Itapeva, Vinhedo e Jarinu. “São essas cidades que estão na indicação. E isso traz muita gente de fora para comprar o produto específico daquela região. É uma ação que intensifica o fluxo turístico que, em 10 anos, subiu mais de 1% por conta da indicação dos vinhos”, conta Marcela.

Histórico
A indicação é uma forma histórica que acontece no mundo inteiro, não é só aqui no Brasil. A coordenadora contextua que a primeira indicação geográfica que se tem registro no mundo é a do vinho do Porto, em 1756. “Ela foi criada exatamente para valorizar esses produtos que têm características específicas por conta da origem em que eles estão que eles são desenvolvidos”.
Marcela ainda explica que para dizer hoje que o é vinho do Porto, ele somente pode ser produzido na região do Porto. “Se você for comprar garrafas que fazem este vinho em outro local, os produtores colocam vinho tipo do Porto. O mesmo acontece com a linguiça calabresa, o queijo provolone”.
No Brasil já existem registros de algumas indicações geográficas, como os vinhos da região do Vale dos Vinhedos, os espumantes de Farroupilha e o queijo da Canastra. “E quando a gente fez todo o estudo da gente geográfica da Niágara Rosada foi exatamente para isso. Para comprovar que temos uma fruta diferenciada e que é um grande atrativo para o mundo todo”, reflete a coordenadora.

Sobre a Festa da Uva
A primeira Festa da Uva de Jundiaí foi realizada em 1934 no Centro, utilizando-se das ruas no entorno odo antigo Mercado Municipal e do grupo escolar Conde do Parnaíba. Devido ao sucesso de público, que superou a casa dos 100 mil visitantes logo na primeira edição, pensou-se em construir um espaço especial para recebê-la.
Em 1953 foi inaugurado o Parque Municipal Antônio Carbonari (Parque da Uva), localizado no bairro do Anhangabaú, logo em uma das entradas principais do Município. Desde 2013, além de Festa da Uva, este tradicional evento do calendário municipal passou a ser comemorado junto com a Expo Vinhos.
Jundiaí ficou um período sem comemorar a Festa da Uva, entre os anos de 1938 e 1947, por conta da 2ª Guerra Mundial e em 2021 e 2022, devido às restrições da pandemia do COVID-19. Em 2023 retomou as atividades, desta vez, com 4 finais de semana repletos de atrações para toda a família.

Serviço Festa da Uva
Janeiro – 11, 12, 13 e 14 | 19, 20 e 21 | 26, 27 e 28 |
Fevereiro – 2, 3 e 4.
Local – Parque da Uva | Avenida Jundiai – s/n
Cidade – Jundiaí (SP)
Site – festadauva.jundiai.sp.gov.br

*Fonte: Diretoria de Turismo Jundiaí

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