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Artigo: Saúde mental, o que minha empresa tem a ver com isso? Por Luiz Otávio Goi Jr.

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Já são quase dois anos desde a disseminação mundial do novo coronavírus e desde então, todos precisaram se reinventar, a fim de criar uma nova rotina. Home Office, uso de máscaras, distanciamento social e tantas outras medidas foram tomadas e se tornaram parte da nossa realidade no dia a dia e ainda não temos sequer a visão de quando isso irá acabar.

Mais complexo do que isso, é que infelizmente além de todas as medidas de proteção, do rigor dos controles que vão e voltam, boa parte dos brasileiros tiveram que lidar com a dor da perda de alguém próximo: um vizinho, um familiar, um amigo, um colega de trabalho ou então alguém que ao menos faz parte do convívio.

Essa somatória de fatores, chamou a atenção de algumas empresas quanto a saúde mental, que vem sendo citado frequentemente nos simpósios e workshops e na maior parte dos casos a pandemia vem sendo citada como grande vilã e causadora dos impactos psicológicos. Isso de fato é uma verdade, porém não só o momento causou esses impactos psicológicos, mas em contrapartida auxiliou na priorização do tema que fora antes era considerado um tabu.

Até ai, tudo certo. Mas, o que minha empresa tem a ver com isso? A resposta é TUDO!

Não é de hoje que o Brasil é considerado um país de pessoas ansiosas. Em pesquisa realizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no ano de 2020, o Brasil foi considerado o país com mais pessoas ansiosas no mundo e ainda o quinto pais mais depressivo. Tudo isso tem uma somatória de fontes que se inicia com um poder de compra fragilizado, instabilidade e incredulidade política e sentimento de impunidade, mas também é potencializado pelas relações de trabalho.

As empresas brasileiras ainda estão desenvolvendo temas sobre liderança e engatinhando no processo de transformação, mas isso ainda precisa evoluir muito para que o tema saúde mental seja tratado de forma melhor no ambiente de trabalho, gerando pessoas mais produtivas e também mais felizes.

E o que pode ser feito para melhorar a condição de saúde mental no ambiente de trabalho?

  1. Estudar frequentemente as demandas e cargas de trabalho:

Uma das questões que costuma impactar as pessoas diretamente na questão psicológica é o sentimento de culpa ou de incapacidade. Dentro das crises econômicas que vem ocorrendo nos últimos anos em nosso país, diversas atividades e demandas dentro das empresas foram acumuladas visando reduzir custos e equilibrar as despesas no mercado de trabalho. A questão principal é que a cobrança pelos resultados, tendem a aumentar, pela competitividade no mercado e com isso as pessoas vêm acumulando atividades e tendo dificuldades de cumprir as demandas estabelecidas.

Para lidar com essas situações as empresas devem avaliar ao menos anualmente as demandas de trabalho a fim de perceber onde existem cargas de trabalho acima da demanda do atendimento com qualidade, para que assim as pessoas possam realizar um trabalho bem feito e dentro dos períodos estabelecidos em sua jornada de trabalho.

  • Fomente a atividade física:

Não é de hoje que a atividade física é citada como uma grande aliada na luta contra o stress e a depressão, porém, durante o período pandêmico, muitas pessoas deixaram de realizá-las pelas restrições locais ou até mesmo pelo aumento da carga horária gerada pelo teletrabalho. As empresas precisam se atentar a essas demandas e criar projetos de fomento a realização de atividades físicas, por parte de seus colaboradores. Esse tipo de atividade auxilia no alívio das tensões do trabalho e ainda apoia a saúde mental.

  • Flexibilidade gera produtividade:

As vezes pode parecer loucura para algumas empresas a implementação de rotinas de trabalho híbrido (home Office e presencial) ou até mesmo a criação de estratégias de Day off, sexta de horário para happy hour e horário de trabalho flexível. Mas essas empresas que entendem essa rotina dessa forma, mal sabem o quanto é possível obter de produtividade com esse tipo de metodologia de trabalho. Os colaboradores que trabalham de forma flexível, são mais felizes em seu ambiente de trabalho e com isso, mais produtivos. Além disso, a flexibilidade do trabalho ajuda na redução do stress, apoiando melhores resultados de saúde mental para seus funcionários.

  • Tenha atendimento psicológico:

O atendimento psicológico passou a ser tão importante quanto o atendimento médico para doenças físicas. As pessoas que possuem esse acompanhamento, podem detectar possíveis problemas de forma mais rápida e com isso evitar depressões mais severas. Ter esse tipo de atendimento dentro das empresas auxiliará na criação de um ambiente mais saudável e produtivo. Além disso, estabelecer uma comunicação sobre o consumo de drogas e de álcool de forma excessiva é importante, visto que no desconhecimento de suporte psicológico estas costumam ser as saídas encontradas para alívio das tensões.

  • Crie a cultura de falar sobre saúde mental:

O tema saúde mental ainda é tabu nos ambientes de trabalho. Em pesquisa realizada a pouco tempo no Brasil com executivos, muitos deles citaram que não tem coragem de solicitar afastamento para cuidar da saúde mental ou até mesmo de citar o tema dentro de suas empresas com medo de serem mal interpretados. Essa questão acende um alerta importante onde muitas pessoas sofrem de transtornos psicológicos e não tem coragem de compartilhar o problema dentro do trabalho, esperando o problema tomar proporções muito grandes até uma devida tratativa. Com isso, as empresas precisam criar a rotina de falar do assunto frequentemente, para que aqueles que sentirem a necessidade de suporte tenham liberdade e conforto ao falar sobre isso dentro da empresa. Além disso é importante que as empresas formem lideranças ouvintes, para que os colaboradores possam compartilhar seus sentimentos e aflições com seus líderes de forma transparente facilitando assim a tomada de decisões para os problemas de saúde mental.

Saúde mental ainda é um tema um tanto quanto controverso, porém urgente. Infelizmente ainda convivemos com pessoas que consideram transtornos psicológicos como fragilidade individual ou até mesmo como “Corpo mole”. Porém, a doença psicológica tem tomado proporções que podem em determinado momento alcançar patamares irreversíveis e por isso as medidas por parte das empresas precisam ser urgentes.

Tomar atitudes para melhorar o ambiente de trabalho e fortificar a saúde mental dos colaboradores não só é mais produtivo como também é uma forma de tornar o nosso país mais sustentável.

Por: Luiz Otávio Goi Jr.

Imagem: Pinterest

** Este texto não necessariamente reflete, a opinião deste portal de noticias

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Pharma Express – Primeira rede de vending machines de produtos farmacêuticos do Brasil

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A primeira vending machines Pharma Express já está em operação na capital paulista no condomínio Housi, um novo conceito de moradia sob demanda

O Premium Group, holding responsável pela gestão das clínicas HCMC e FF Clinic e dos laboratórios Pasteur e Premium Labs, lança no mercado brasileiro, em parceria com a CasaGroup, multinacional de franquias de vending machines especializada no desenvolvimento de projetos personalizados, a primeira rede de vending machines de produtos de saúde e farmacêuticos com o objetivo de trazer mais praticidade para a vida dos clientes.

“No auge da pandemia nós entendemos que ter vending machines em locais estratégicos com produtos de farmácia tinha alta demanda nos Estados Unidos. Agora, a gente lança um projeto semelhante no Brasil em parceria com o Premium Group, que tem vasta experiência no mercado de saúde e bem-estar”, explica Marcel Magalhães.

“Para nós do Premium Group, essa unidade de negócio nasce para complementar a estratégia da companhia que entrega aos clientes um tripé de atendimento pautado nas áreas clínica, diagnóstica, e oferta de tratamentos e produtos.”, reforça Thiago Pereira, um dos fundadores do Grupo.

Fotos: Divulgação/Talentmix Comunicação

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5 dicas para candidatar-se a vagas online

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Mensagem de apresentação, nomeação do currículo e foto de perfil são fatores decisivos para ganhar pontos com os recrutadores, diz especialista do Trampolim

 

São Paulo, Agosto de 2022 – O recrutamento online, popularizado durante a pandemia, continua em alta após o retorno presencial das atividades. Para se ter uma ideia, seis em cada dez empresas brasileiras digitalizaram a seleção de funcionários em 2021, segundo levantamento do Instituto Locomotiva.

Nesse cenário, candidaturas via e-mail e redes sociais, como o Whatsapp, ganharam ainda mais força. Consequentemente, os candidatos precisaram se adequar às novas formas de abordagem e comportamentos nos processos seletivos digitais.

“É um desafio tanto para quem recruta quanto para quem está em busca de um emprego, pois agora todos os detalhes estão sendo observados desde o primeiro contato”, afirma Bruno Rizzato, diretor de produtos do app de empregos Trampolim.

Segundo o especialista, na candidatura online, a mensagem de apresentação, a nomeação do currículo e a foto de perfil, por exemplo, fazem toda diferença. Confira abaixo cinco dicas do Trampolim para se candidatar para vagas online!

#Identifique para qual vaga você está aplicando

É muito comum que os recrutadores recebam uma grande quantidade de currículos na sua caixa de entrada, principalmente quando há mais de um processo seletivo aberto na empresa. Então, para que o seu documento não se perca entre tantos outros, coloque seu nome e o cargo para o qual você está aplicando no assunto do e-mail, ou escreva na mensagem do WhatsApp.

#Faça uma apresentação sobre você

Com o assunto fechado e o documento anexo, agora é hora de formalizar a mensagem. Escreva uma breve apresentação que inclua os seguintes pontos: nome, onde encontrou a vaga, o motivo pelo qual está se candidatando e as suas principais habilidades. O documento é apenas uma porta de entrada, capriche nas soft skills e mostre quem você realmente é.

#Nomeie o arquivo do currículo

Para analisar o currículo, o recrutador precisa baixar o documento em seu computador. Caso o anexo esteja sem nome, o documento pode se perder em meio a outros arquivos de downloads. Nomeie o arquivo com o seu nome e cargo para que o recrutador se lembre de você e consiga fazer uma busca rápida, caso precise localizar o seu currículo.

#Cuidado com a foto de perfil

Candidaturas feitas por WhatsApp pedem um cuidado em dobro. Lembre-se que a primeira impressão é a que fica. Por isso é importante escolher bem a foto do seu perfil, para que não haja constrangimentos. Busque usar fotos suas, evitando usar imagens de personagens ou fotos de outras pessoas. É importante que o recrutador consiga te identificar, por isso escolha fotos de rosto, com boa qualidade e pouca edição.

#Se prepare para a entrevista

Por fim, tenha em mente que assim que o currículo é enviado, a entrevista pode acontecer a qualquer momento. Antes de se candidatar, pesquise na internet sobre a empresa e faça um roteiro com os principais pontos a serem abordados durante a conversa, como formação, experiências e interesses. Se a entrevista for virtual, reserve um lugar silencioso e com bom sinal de internet.

 

Sobre o App Trampolim

O Trampolim é o primeiro aplicativo colaborativo de empregos, no qual os próprios usuários compartilham vagas e oportunidades de pequenos estabelecimentos, lojas de bairro e serviços que normalmente são divulgadas na vitrine/porta dos estabelecimentos e não são publicadas em sites tradicionais de emprego.

 

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Especialista em gestão de negócios Rogerio Vargas fala sobre os desafios da sucessão familiar e como se planejar

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A dinâmica do processo sucessório deve ser guiada pela sustentabilidade e perenização da companhia e não pela necessidade ou vaidade de empregar filhos ou parentes” afirma empresário

De acordo com o IBGE, cerca de 90% das companhias nacionais pertencem às famílias. Porém, por causa dos conflitos entre os parentes, somente 30% chegam na sua segunda geração e apenas 15% na terceira. E os principais motivos dos desentendimentos são: o excesso de protecionismo, a falta de profissionalismo e preparo dos membros e o não planejamento do processo sucessório.

Em entrevista, o especialista em planejamento, modelo, negócio e gestão Rogerio Vargas, sócio da Auddas, empresa que também promove mentorias para falar sobre o assunto, revela que é um desafio orientar as famílias no processo sucessório de negócios familiares.

“É importante que os sócios da família se dediquem ao aspiracional ou à visão empresarial, já que o papel de gestão deve ser realizado por gestores com o perfil adequado seguindo a estratégia, o modelo do negócio e o momento da empresa. Outro ponto importante é que uma vez que a pessoa está no contrato social ou pertença à família, ela é vista como sócio e portanto não conseguirá exercer o papel de gestão de forma isenta, pois será considerada como dona do negócio ou seja família como de fato o é”, comenta Rogério Vargas, da Auddas.

Confira a entrevista completa na íntegra:

Quais são os principais desafios no processo sucessório de negócios familiares?
Os principais desafios que existem no processo sucessório são a eficácia entre a estratégia com o modelo de negócio, a adaptação dos sócios a dinâmica de gestão com os gestores e a expectativa de resultados.

Você acredita que a sucessão familiar se não for um processo bem articulado, pode se transformar numa herança maldita?
Acredito que sim, pois se você não evolui a dinâmica de gestão entre sócios / gestores, alinhados com estratégia do negócio que é desenvolvida pelo modelo do negócio e que assegura a entrega de valor, com o tempo, a empresa poderá ser afetada nos resultados e até vir a deixar de existir.

Como evitar ou lidar com os conflitos familiares nas empresas?
Para evitar ou lidar com os conflitos, é necessário, na minha opinião, ter regras de governança, por exemplo: 1. Contratar ou promover pessoas da família via um processo de seleção e/ou plano de desenvolvimento – capacitação que pode passar por ter experiências em outras atividades / empresas / segmentos. 2. Ter regras para distribuição de dividendos que contemple a reserva de capital de giro, o acordo do pagamento do mútuo aos sócios que aportaram no passado, destinar os recursos para os planos de investimentos necessários para o negócio e só então, distribuir os dividendos. Dentre outros regras.

Qual a importância da profissionalização no processo sucessório?
No momento que os sócios buscam continuamente a eficácia na estratégia & modelo de negócio & estrutura de gestão (dinâmica de gestão) e governança, eles estão tornando a empresa robusta, sustentável em resultados – consistentes e tudo isto está no que o mercado chama de “profissionalização”, ou seja, o negócio tem que estar acima de tudo e de todos.

A empresa evolui, cresce e, por vezes, pode não conseguir resultados futuros para suportar a entrada ou até mesmo a divisão de resultados que possa atender as gerações futuras. Como o profissional pode se planejar/preparar para “este futuro”?
O Brasil está entre as 10 maiores economias do mundo. Na moda somos o 5º maior mercado, na saúde o 8º maior. No agronegócio, lideramos ou estamos nas primeiras posições, dentre outros destaques, incluindo nosso modelo de franquia / legislação. Portanto, é possível crescer. Existe muita oportunidade. A empresa deve colocar a sua energia para fora e não ter questões internas que tire o foco. Isto assegurará o crescimento dos resultados que sustentarão a entrada de novos integrantes / distribuição de dividendos.

Para você, qual, o papel de um Conselho na jornada da evolução de uma empresa?
O Conselho é uma ferramenta de gestão para sócios e gestores, importante de acordo com o momento da empresa para continuar se desenvolvendo e assegurando que o “norte” traçado está sendo desenvolvido e retroalimentado, bem como identificando novas oportunidades no mercado.

E para finalizar, tem alguma mensagem que você quer deixar para as pessoas que estão passando por esse processo?
O empreender, na realidade, é um espírito, uma filosofia de vida. A pessoa não acorda com essa vontade hoje. É algo que continuamente existe na pessoa. Por isso é que os sócios nunca foram gestores, porque eles não se identificaram com aquela dinâmica. Quando o empreendedor inicia um negócio, no momento zero, a receita é zero. Ele começa sozinho, testando modelos, MVP, fazendo “pilotos”, e começa a entender que aquela jornada parece promissora. É nesse momento que ele começa a fazer as primeiras contratações, já vai estar em algum local físico ou remoto, depende do negócio. E aí sim começa a validar a estratégia, o modelo retroalimentado do negócio, buscando essa consistência. Como consequência o negócio vai evoluindo e crescendo. Em algum momento desta jornada o sócio se vê numa “encruzilhada”, ou ele estrutura o negócio, evolui com todas as regras de gestão / governança, e continua se dedicando mais ao aspiracional e trazendo níveis de gestão adequados para o momento de negócio. Ou dá esse passo, ou, de fato, terá dificuldades. Em algum grau, até começa a desconstruir o negócio. Realmente, é fantástico empreender. Não há limites. Temos um grande mercado no Brasil. O empreendedor deve canalizar essa energia externamente, acompanhando feiras, congressos, revisitando tendências. A sua estrutura de gestão deve ser capaz e tem as habilidades de fazer isso acontecer enquanto ele está no aspiracional, identificando novas oportunidades. O sucesso do negócio deve estar nessa sinergia entre sócios e gestores.

Rogerio Vargas já impactou com seu trabalho milhares de pessoas, juntamente com seus sócios na Auddas, realizam, mensalmente, Webinars gratuitos onde explicam sobre a importância da governança corporativa na sucessão familiar, planejamento, gestão, estruturação de empresas, M&A, governança, capital, dentre outros assuntos.

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