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Depois de na pandemia ter o maior crescimento da história da marca, SoPantufa traça estratégias para reverter queda de vendas

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SoPantufa

A empresa de pantufas planeja faturar em 2023 o dobro do ano anterior

A Sopantufa vinha crescendo a cada ano. Nos períodos mais críticos da pandemia, a marca faturou como nunca, já que as pessoas passaram a ficar mais em casa e, consequentemente, usar mais esse tipo de calçado. Mas com o avanço da vacinação, a vida foi voltando ao normal e a empresa teve uma queda brusca nas vendas.

“A volta das pessoas para a rua, que parece uma demanda retraída, deve, com certeza, ter afetado as nossas vendas, já que o nosso produto é para usar dentro de casa, e é um tanto sazonal, vendemos muito mais no inverno. Estivemos com expectativas altas, mas, estamos sabendo lidar com tudo isso, novos desafios e aprendizados. Essa constante nos faz crescer com estrutura e solidez. Isso é o que importa”, diz Joe, CEO da Sopantufa.

A loja online foi lançada em 2017 e passou a ser queridinha do consumidor. Antes disso, os calçados eram vendidos em um site de vendas.

“Em 2015, lançamos um site de vendas das nossas lojas de calçados/sapatarias, que temos até hoje, estávamos em um momento de transição, entre abrirmos novas filiais com lojas físicas, pontos de venda e contratação de pessoal. Não somente para as vendas, mas, para a gerência destas que seriam a maneira normal de crescimento conhecida e praticada até então. Porém nós acreditamos que poderia ser esse crescimento de forma online ou digital, e foi o que fizemos que era na época o futuro, nem tão futuro assim, mas, acreditávamos que estivéssemos na vanguarda e foi assim que colocamos o nosso site no ar, com dificuldades digitais que o momento nos apresentava. E para nossa surpresa as vendas começaram a surgir, tímidas, mas constantes. Com um detalhe que muito nos chamou a atenção, as vendas que estavam acontecendo eram de PANTUFAS, e isso perdurou por todo aquele inverno. Eu (Joe), achei que poderíamos ter uma loja somente de pantufas, mas, o pessoal do Marketing da época, acho que não, justamente era esse o produto que estava trazendo tráfego para a loja e se ele não estivesse mais ali, teríamos menos vendas etc”, recorda o empresário.

Por causa das vendas deste calçado representar boa parte do tráfego no site , a abertura do e-commerce só de pantufas atrasou por dois anos. “Abrimos uma loja online só de PANTUFAS, que é a queridinha nacional, SOPANTUFA.COM.BR e estamos até hoje fazendo dela uma das melhores lojas de PANTUFAS do Brasil. Estamos no mercado há seis anos, desde 2017 com uma história que nos é muito inspiradora e que nos causa um sentimento de que deveríamos estar no mercado há mais tempo, já que a aceitação e a dedicação para com o nosso público alvo nos levam a crer que era um lugar que estava vago (0cenao azul), e por isso nos deixam seguros de estarmos no caminho certo, com os melhores clientes”, pontua.

A Sopantufa tem uma boa perspectiva de vendas para 2023. Eles planejam dobrar o faturamento. “Renovamos as nossas estratégias, que não foram muito assertivas neste ano de 2022. E que bom que tivemos que rever os planos e estratégias. Esse é sempre um jogo de acertos e às vezes nem tanto. Todo empresário aprende constantemente com as respostas que o mercado nos traz Com esse novo planejamento pretendemos faturar no ano de 2023 o dobro do ano de 2022, certos de que fizemos os acertos devidos e porque o nosso mercado cada vez mais olha para os nossos produtos de forma diferenciada e também por termos acertado novas estratégias de Marketing, acreditamos muito nessas novas parcerias”, destaca.

Joe afirma que o faturamento em 2022 não foi nem parecido com o dos anos anteriores. “Tivemos queda significativa nas vendas em relação ao crescimento que estávamos vindos ano após ano. As causas nos parecem ser algumas, e não somente o nosso planejamento, e sim somado a esse nosso erro estratégico. Parece também que a venda no e-commerce de forma geral não foi muito boa. Estávamos empolgados com as vendas do período da pandemia, quando tivemos o maior crescimento da nossa história, o “fica em casa” da pandemia fez as nossas vendas serem um grande sucesso, acabamos todo o nosso estoque e não conseguimos atender a todos os pedidos que tivemos, muitos clientes foram conquistados neste período e muitos continuam trabalhando em casa e continuam comprando pantufas confortáveis. Essa que parecia ser uma realidade de vendas, uma realidade de demanda, nos acostumou “mal”, por isso que as estimativas eram de continuar as vendas, em quantidade, neste ano também! Esse foi um erro de análise que tivemos como perspectiva deste ano”, aponta.

O empresário pontua que a Sopantufa tem grandes diferenças em relação à concorrência. “Temos um atendimento elogiado a cada dia, temos o produto que o nosso público quer, com a qualidade que espera. Isso já seria muito estimado por muitas marcas. Temos a nossa tribo, somos milhares de “PANTUFOFOS E PANTUFOFAS”, em todo o Brasil, e essa tribo não para de crescer. Seremos a maior tribo do Bem”, finaliza Joe, conhecido como Sr. PANTUFA.

** Este texto não necessariamente reflete, a opinião deste portal de noticias

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Feira de Santana (BA) recebe o maior showroom de madeira plástica da América Latina

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A madeira ecológica ou plástica é um dos produtos que vem revolucionando o mercado de arquitetura, construção e de grandes projetos nos últimos anos, tanto pela praticidade de manutenção e do baixo custo de manutenção do produto quanto pela economia que os clientes encontram na hora da comparação de preços com a madeira tradicional.

A madeira nativa de boa qualidade, como por exemplo uma Cumaru, a cada dia encontra-se cada vez mais escassa no mercado e seu preço torna-se elevado, devido às fiscalizações, certificações e o tempo de reflorestamento da mesma, tornando-a cada vez mais rara.

Uma Cumaru de qualidade pode ter seu preço no mercado mais elevado do que uma madeira plástica ou WPC, além disso ela exige uma manutenção mais criteriosa de seis em seis meses, elevando os custos com o produto. Já com a madeira plástica além de ter um custo de manutenção quase zero, a madeira natural tem vida útil curta, aproximadamente de 3 anos a 5 anos, levando em consideração todas as medidas de proteção, já a ecológica oferece uma garantia de 10 anos e estimativa de vida que pode variar de 80 a 100 anos.

Com todos estes fatores em ascensão, empresa líder na comercialização deste produto no Brasil, a Star Deck Madeiras Plásticas chega a cidade de Feira de Santana, na Bahia, com uma das maiores lojas do país no segmento. Um showroom completo e com saída estratégica de material para todo o território nacional. O investimento na marca é garantido e os aportes serão consideráveis tanto para a matriz em São Bernardo do Campo – SP como para as filiais. É provisionada a abertura de mais seis lojas pelo país até 2025 e a contratação de mais colaboradores, inclusive para a matriz. “Toda a nossa central de atendimento on-line e externa estão localizadas na matriz, portanto investimentos em tecnologia, mão de obra especializada e técnicos de instalação estão em processo de seleção. Não abrimos mão de acompanhar todos os agendamentos e também o pós venda pessoalmente”, explica Eduardo Bovo, diretor de novos negócios da marca.

Outro ponto importante é a expansão do piso fabril da marca, na região sul do país, melhorando a logística e os planos estratégicos. “Nosso material é entregue em todo o território nacional, então otimizar custos logísticos e prazos de entrega, garantem uma rentabilidade e melhores condições de pagamento para os clientes”.

“A capacidade fabril foi afetada nos últimos anos devido a pandemia e a falta de insumos, porém conseguimos projetar nossa expansão da Madeira Ecológica. O crescimento através das lojas físicas e virtuais e com a normalização dos insumos, teremos um aumento de mais de 100% na fabricação e comercialização dos nossos produtos nos próximos 10 anos, assumindo boa parte do mercado de Madeira Nativa e outros materiais de construção”, explica Douglas Moraes diretor de marketing da marca.

Mas o mercado de madeira plástica, assim como todos os outros, conta sempre com o vilão chinês, produzindo material de qualidade inferior e que chega ao Brasil com um preço menor que o produto nacional. As desvantagens do produto oriental estão associadas a falta de garantia e controle de qualidade. Os produtos nacionais, não empenam na instalação, tem aditivos com controle de dilatação e contração, agentes contra raios U.V, não propaga chamas e são criteriosamente fiscalizados pelos órgãos públicos responsáveis. “Por este motivo conseguimos repassar dez anos de garantia em nossos produtos,” garante Douglas.

Os números são impressionantes, são mais de 6.000 mil projetos executados em todo o território nacional. Um dos maiores em andamento, está na Riviera de São Lourenço, litoral paulista, com uma obra de 3.000m² de deck de madeira plástica, com instalação e finalização conduzida por nossa equipe. Para conclusão deste projeto ainda foram utilizados 12.000ML de vigamento de parte estrutural, mais de 120.000 parafusos, além dos acabamentos para madeira plástica. O investimento inicial provisionado para as novas lojas e showroom no Grande ABC é de R$ 3,5 milhões de reais, seis novas lojas espalhadas estrategicamente pelo Brasil e a contratação de 100 novos colaboradores nas mais diversas áreas como comercial, recursos humanos, marketing e logística.

“Para os próximos anos, as madeiras serão substituídas completamente pela madeira plástica, preservando a reserva natural para as próximas gerações, garantindo assim uma qualidade de vida melhor para todos. Este é o nosso objetivo, empreender no Brasil e colaborar com as políticas de sustentabilidade no mercado da construção”, finaliza Eduardo.

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TIVIT expande a sua oferta no mercado de crédito com inclusão da IA generativa Athena em solução da Stone Age

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Tecnologia automatiza a avaliação de contratos sociais reduzindo em até 95% o tempo para tomada de decisão em transações com pessoas jurídicas

A Stone Age, vertical de soluções de crédito da TIVIT, especializada em automação de processos decisórios, por meio de plataformas de motor de crédito e antifraude, acaba de anunciar a incorporação da solução de inteligência artificial generativa Athena nas suas soluções. A nova funcionalidade será oferecida pelo Identify, seu produto para validação de identidade.

A iniciativa acentua uma movimentação da TIVIT na busca pelo protagonismo no segmento de crédito, e traz como um dos principais benefícios a possibilidade de reduzir em até 95% o tempo necessário para a tomada de decisão, As instituições financeiras utilizam essa solução em transações relacionadas com a concessão de crédito para empresas.

Lançada em dezembro do ano passado pela TIVIT, a Athena, solução de IA generativa, possibilita ao Identify realizar, entre outras coisas, a leitura inteligente dos dados de um contrato social em 30 segundos de forma automática. Além disso, extrair destes documentos informações estruturadas, as quais imediatamente se transformam em insights colaborativos para alimentar a esteira de dados que viabiliza uma tomada de decisão mais efetiva e rápida. Um exemplo disso, seria aprovar ou não um pedido de financiamento feito por empresas de todos os portes.

“Essa é uma lacuna considerável que identificamos no mercado de crédito. Há um consenso entre os bancos, fintechs e outras instituições que operam no setor, relacionado ao fato de que os processos analíticos envolvendo pessoas jurídicas costumam ter muitas ações manuais e menos automatizadas, o que torna a operação lenta e custosa”, afirma o diretor de Novos Negócios e Marketing da Stone Age, Ivan Souza.

Segundo ele, a adoção da Athena, confere à Identify novas funcionalidades que tornam a jornada de utilização da ferramenta muito mais completa. “Na prática, agora temos uma versão 2.0 que consegue avançar no sentido da eficiência operacional, com a redução da intervenção manual, aumento da assertividade nas decisões, além de atuar na diminuição de custos, com a viabilidade de trabalhar com equipes de atendimento e análise menores”, reforça.

Somada à análise de contratos sociais por meio de IA generativa, outra inovação acoplada à Identify é o chamado liveness passivo, mecanismo de mapeamento facial alimentado por Inteligência Artificial, que é capaz de determinar se a imagem de um rosto corresponde mesmo ao de uma pessoa real, se é apenas uma foto extraída de outra foto ou de alguém com uma máscara, por exemplo. Essa solução é considerada uma das mais avançadas ferramentas antifraude para validação de identidade, pois identifica com bastante precisão inclusive as chamadas deepfakes, um tipo de golpe cibernético que utiliza Inteligência Artificial para plotar uma face aleatória sobre a face verdadeira de alguém.

Para o diretor geral da Stone Age, Fernando Guimarães, a incorporação da Athena na Identify é uma representação prática e concreta das possibilidades oferecidas pelas sinergias existentes entre a TIVIT e a linha de negócios Stone Age. “Consideramos esse apenas o primeiro passo de uma estratégia de trabalho cada vez mais integrado, e que permitirá ganhos de escala e a conquista de espaços cada vez maiores em todos os segmentos em que atuamos”, conclui.

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Após o carnaval, 8 a cada 10 brasileiros continuam endividados

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60% possuem débitos com cartão de crédito em aberto e 43% buscam negociações com banco

O começo do ano é geralmente um período utilizado por muitos brasileiros para se reorganizar financeiramente, pelo menos é o que 12 milhões de brasileiros já fizeram no primeiro bimestre. Ao todo 17 milhões de dívidas foram “desnegativadas”, quitadas ou equacionadas e o total renegociado chega a R$ 35,6 bilhões, segundo dados obtidos através do programa Desenrola Brasil.

Mas para 44% dos brasileiros o ano começa depois do carnaval e os altos índices de endividados continuam em fevereiro. Segundo dados do Raio-X dos Brasileiros em Situação de Inadimplência, 8 em cada 10 brasileiros encerraram o ano de 2023 com dívidas e destes um terço continuam com contas atrasadas. Débitos com bancos (64%) e cartão de crédito (60%) são as fontes dos débitos em aberto, segundo base de dados do Instituto Locomotiva e da Serasa.

Em janeiro, 76% dos brasileiros procuraram alguma forma de crédito, sendo o serviço de cartão o mais buscado. Em relação à finalidade do crédito solicitado em empréstimos pessoais, 41% afirmou ser para investimentos, 21% para pagar contas básicas e 26% para pagar dívidas de contas básicas.

Segundo Fernando Lamounier, educador financeiro e sócio diretor da Multimarcas Consórcios, o cartão de crédito continua sendo um dos grandes dificultadores porque é visto como um valor adicional ao orçamento mensal. “Os brasileiros vêm utilizando a modalidade para compras do dia a dia e a capacidade de parcelamento levou-os a acreditar que ao dividir uma compra a dívida fica menor, quando na realidade, as pessoas estão apenas  antecipando as dívidas do próximo mês”, explica.

Em sequência, aparece o setor de água e luz (11,33%), comércio (11,20%) e outros com 7,16%. Sudeste, Nordeste e Norte lideram o ranking das regiões com mais débitos é o que mostra os dados apresentados pela  CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). Muitas famílias ainda são reféns da utilização de créditos para complementar o orçamento mensal e a utilização de diferentes solicitações podem levar a refinanciamentos.

“Para os brasileiros, a instabilidade econômica do país é o agente dificultador de um padrão de vida financeira saudável para o cidadão comum. A alta inadimplência deve-se à situação dos salários baixos e desemprego elevado”, explica o especialista.

A previsão é que para o mês de março aumente o número de brasileiros buscando negociações e acordos para sair da lista de inadimplência. Segundo a Serasa, todos os meses mais de 26 milhões de pessoas acessam o site e o aplicativo. A instituição afirma que com a nova parceria com o programa Desenrola do Governo Federal, o número deve aumentar e mais facilidades devem ser ofertadas.

Pensando nisso, o especialista separou 3 dicas para auxiliar quem está no vermelho:

Faça um levantamento dos gastos, anotando todas as futuras despesas. Análise as áreas em que é possível economizar, buscando alternativas mais econômicas e eficientes.

Utilize a regra 50, 30 e 20 para organização das finanças e priorize as despesas mais importantes, evitando o endividamento. A regra financeira é simples e divide o orçamento em três partes: 50% para gastos fixos e essenciais; 30% para gastos variáveis e que podem ser reduzidos se necessário; e 20% para investimentos ou criação de um fundo de reserva.

Evite dívidas desnecessárias para manter seu orçamento saudável é extremamente importante avaliar com atenção suas necessidades antes de efetuar compras parceladas ou solicitar empréstimos. Portanto, ao planejar suas finanças, lembre-se de considerar cuidadosamente se a compra é realmente necessária para atender às suas necessidades imediatas e se você terá capacidade de pagar as parcelas mensais ou as prestações dentro do prazo estabelecido.

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