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Entenda a Importância dos Programas de Sustentabilidade Dentro das Empresas em Entrevista Com o Gestor Luiz Otávio Goi Jr.

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Diante de tantas catástrofes naturais, queimadas, animais morrendo por excesso de lixo nas matas e oceanos, se faz cada vez mais necessário que as empresas adotem medidas que protejam nossa fauna e flora, garantindo um futuro num mundo sadio.

Ao longo dos séculos, registramos a evolução de grandes empresas, que criam diariamente roupas, carros, casas e utensílios que facilitam nossa vida, mas qual o impacto durante a confecção desses produtos? Quantos litros de água são necessários? Quantos quilos de resíduos tóxicos são depositados nos rios e lençóis freáticos? Quanto lixo é gerado nas grandes fábricas?

Para saber mais sobre esses dados e como as empresas podem criar estratégias que irão beneficiar o nosso planeta, conversamos com o gestor Luiz Otávio Goi Jr., que já escreveu diversos livros, comanda uma empresa com mais de 15 mil funcionários e atua diretamente na parte sustentável, confira:

Meio e Marketing: O que significa ESG?

Luiz Otávio Goi Jr: ESG é uma sigla que significa Environment, Social and Governance que em português são chamadas por algumas empresas de ASG (Ambiente, Responsabilidade Social e Governança corporativa). A sigla representa um ponto focal de análise de riscos e responsabilidades das empresas. O ESG começou a tomar fortemente as mídias de investimentos, pois por algumas ocorrências que tivemos nos últimos anos, muitos investidores perderam dinheiro com empresas envolvidas em corrupção (governança), problemas de assédio e trabalho escravo (social) e também ocasionando desastres como em Mariana e Brumadinho (ambiental). Essa visão faz com que o investidor tenha um ponto focal para enxergar como a empresa se empenha em atender essas demandas, evitando assim riscos nos seus investimentos.

MEM: Você acredita que siglas em inglês e falas muito técnicas dificultam o entendimento dos processos de um plano de sustentabilidade por parte dos colaboradores?

Luiz Otávio Goi Jr: Sim. Creio que a sigla, seja algo que ajude na “Viralização” do tema (mesmo que já existem empresas usando a sigla em português (ASG). Quanto aos termos e falas, é necessário realizar uma equiparação ao publico recebedor. Trabalhar com sustentabilidade corporativa requer principalmente usar de apelos lúdicos, cores e uma das coisas que facilita essa comunicação é usar termos simples que fazem parte do dia a dia dos envolvidos.

MEM: Em quantos anos uma empresa de grande porte consegue estruturar um plano para reduzir de forma significativa sua pegada de carbono?

Luiz Otávio Goi Jr:  Isso varia muito. Uma empresa pode realizar a compra de creditos de carbono e assim neutralizar sua pegada por meio de compensação. Nesse processo a neutralização do CO2 é quase que imediata. Em uma segunda metodologia, a empresa pode plantar arvores em alguns locais, substituir matérias primas, fontes de energia e reduzir a queima de combustíveis fosseis para obter a mesma neutralização, mas isso será mais demorado. Entendo que o Brasil, após a formalização da neutralização de CO2 até 2050 vai estreitar a legislação e cobrar maior empenho par parte das empresas nesse tema e com isso novas tecnologias irão surgir, acelerando o processo. Nos dias de hoje, o caminho mais rápido é a compensação através da compra de creditos ou do “Apadrinhamento de regiões verdes”. Mas o projeto mais consistente é o de equilibrar entre reduzir a emissão e aquilo não for possível de momento, partir para compensar. Com essa metodologia “Hibrida” creio que um plano de 5 a 10 anos, uma empresa engajada consiga neutralizar suas emissões sem ter custos exorbitantes.

MEM: Como os colaboradores da empresa podem influenciar diretamente nas medidas sustentáveis da empresa?

Luiz Otávio Goi Jr: O colaborador é o maior aliado nas atividades de sustentabilidade. A empresa precisa inserir em sua estratégia um projeto de educação ambiental e de sustentabilidade. Por mais que esses temas sejam já há alguns anos transversais na educação nacional, não existe no Brasil um costume saudável de realizar coleta seletiva, direcionar resíduos perigosos para o local correto e fazer reciclagem. Através da educação ambiental nas empresas, as pessoas levam esses conceitos para casa, disseminando a visão mais sustentável. Outra forma importante de engajar os colaboradores no tema é criar programas de sugestões, oficinas de reciclagem, programas de aproveitamento de materiais e disputas saudáveis de economia. Com atividades frequentes desse tipo, o colaborador se engaja, a empresa ganha e o planeta agradece.

MEM: Qual a maneira mais fácil de incentivar os Stakeholders a auxiliarem nas medidas sustentáveis da empresa?

Luiz Otávio Goi Jr: Em primeiro lugar eles devem ser escutados. O primeiro passo da empresa deve ser ouvir os envolvidos para entender quais os impactos mais importantes causados pela empresa aos envolvidos no seu negocio. Depois disso, a empresa deve se responsabilizar por criar workshops e programas de engajamento, fazer premiações e apoiar as comunidades com educação ambiental. Outro fator importante é quanto aos fornecedores e prestadores de serviços, que precisam ser auditados e acompanhados frequentemente para garantir que atendam as demandas de sustentabilidade e assumam junto a empresa compromissos públicos quanto as demandas ESG.

 

MEM: Na sua opinião, é interessante premiar parceiros e colaboradores que têm um maior empenho e cuidado com as questões ambientais da empresa? Ou esta atitude não é necessária, tendo em vista que questões ambientais deveriam partir de forma espontânea?

Luiz Otávio Goi Jr:  Tratar de premiação ou punição é algo que pode gerar um longo debate. Em um parecer pessoal, tenho a preferência pelo caminho da premiação do destaque positivo e isso porque demandas ambientais requerem muito envolvimento e criação de novas referencias. Entendo que se esperarmos por demandas espontâneas, elas irão demorar muito mais para acontecer e isso provavelmente só ocorrerá através de regulações do estado que no Brasil demoram muito até tramitar e entrar em vigor. O caminho da premiação, recompensa e semelhantes faz com que o conjunto busque sempre uma forma diferente de fazer e com isso o tema ganha proporção de forma muito mais rápida.

 

** Este texto não necessariamente reflete, a opinião deste portal de noticias

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Brasil tem 4 em cada 10 Edtechs mais promissoras da América Latina, segundo HolonIQ

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O reconhecimento selecionou 100 empresas na região e analisa o desenvolvimento e implementação de tecnologias educacionais

Dados da premiação “The Latin America EdTech 100”, promovida pela HolonIQ, revelaram que, das cem EdTechs mais promissoras da região, reconhecidas em 2023, 42% são do Brasil – uma tendência que é observada desde 2020. O ranking foi seguiu com México, Argentina e Colômbia. Veja os dados completos no gráfico a seguir:

Uma das EdTechs destacadas pela premiação foi a Layers, uma startup de São Caetano do Sul que conquistou um espaço pela terceira vez consecutiva, desta vez na categoria “Management Systems” ao lado de empresas brasileiras como educbank, Scaleup, Arvore, Motrix, Alura, Gomining, entre outras.

“No Brasil, as EdTechs são catalisadoras da transformação digital da educação. Juntas, podem proporcionar soluções abrangentes para as principais dores do setor educacional, como iniciativas personalizadas e adaptáveis, permitindo que as instituições escolham o que melhor se encaixa em sua realidade, promovendo a inovação e a eficácia. Por meio de parcerias e colaborações, essas empresas têm contribuído para a expansão do acesso à educação de qualidade no país, promovendo a inclusão e aprimorando a eficácia do processo de ensino-aprendizagem”, avalia o CEO da Layers, Danilo Yoneshige.

Ainda de acordo com o levantamento da HolonIQ, 30% das edtechs premiadas, considerando toda a América Latina, foram fundadas em até 3 anos, o que indica o imprescindível apoio ao “early stage” na região. Em relação às soluções desenvolvidas para os segmentos de Ensino Fundamental (K12), Superior e Profissional (Workforce), é o Brasil e o México que lideram por meio de startups mais maduras.

A HolonIQ é uma empresa que atua no campo da educação, focada em impulsionar a transformação educacional global por meio de inovações e soluções tecnológicas avançadas. Seu trabalho abrange o desenvolvimento e implementação de tecnologias educacionais, a análise de dados e tendências no setor, além de oferecer insights estratégicos para instituições de ensino, governos e empresas. A HolonIQ busca melhorar a acessibilidade, personalização e eficácia do aprendizado, contribuindo para moldar o futuro da educação em escala global.

“Ao longo dos 5 anos de existência, a Layers tem o propósito de transformar a tecnologia na maior aliada do aprendizado, para que possamos construir uma educação mais inclusiva e personalizada. Entender que esse objetivo está ganhando repercussão internacional é uma satisfação enorme e nos mostra que estamos no caminho certo e vamos continuar”, declara Yoneshige.

A Layers é a startup responsável por criar o único SuperApp da Educação capaz de unificar todas as ferramentas de gestão da escola em um só ambiente online, com integração profunda a outros sistemas de gestão, e acesso a ferramentas de comunicação, atendimentos e agenda. Com sua capacidade de integração, oferece a oportunidade de outras edtechs unificarem suas soluções e acessarem o mercado educacional, reforçando o verdadeiro significado de “all-in-one”. Já são 1900 instituições de ensino atendidas, 22 redes e mais de 750 mil alunos

Critério da premiação

De acordo com a HolonIQ, o objetivo da premiação é identificar as mais promissoras startups em cada grande região do mundo. Para serem elegíveis, as startups devem ter menos de 10 anos, ter sede na região em questão ou estar predominantemente focadas no mercado competente (por exemplo, > 80% de receita/clientes de educação). Elas também devem ser consideradas “startups” (ou seja, não terem sido adquiridas, serem subsidiárias ou listadas) e não serem controladas por um grupo de investidores (por exemplo, através de aquisição por private equity ou investimento controlador).

A HolonIQ Education Intelligence Unit e especialistas de mercado selecionados avaliam cada organização com base na metodologia de pontuação de startups da HolonIQ, que em resumo abrange as seguintes dimensões:

  • Mercado: A qualidade e atratividade relativa da categoria de mercado específica na qual a empresa atua;
  • Produto: A qualidade, singularidade e impacto do produto em si;
  • Equipe: A expertise e diversidade da equipe de liderança;
  • Capital: A saúde financeira da empresa e sua capacidade de gerar ou garantir financiamento suficiente;
  • Momentum: Mudanças positivas no tamanho, velocidade e impacto da empresa ao longo do tempo.

** Este texto não necessariamente reflete, a opinião deste portal de noticias

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COMEMORAÇÃO DE 40 ANOS DA ABRAJET-SP INCLUI VISITA TÉCNICA Á FESTA DA UVA EM JUNDIAÍ

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A ABRAJET-SP – Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo Seccional São Paulo está comemorando 40 anos. Diversas ações foram preparadas para a comemoração, entre elas, algumas visitas técnicas. A Festa da Uva foi uma das escolhas. Confira conosco a tradição desta festa que é sucesso absoluto de público e da história da UVA com rainha e princesas.
Uva em Jundiaí (SP) tem registro de Indicação Geográfica
Ação intensifica o fluxo turístico na região, gerando emprego e renda
Recentemente, em Jundiaí (SP), a uva Niágara Rosada passou por um processo de estudo para que pudesse ser registrada como Indicação Geográfica. Isso é resultado de uma qualificação diferenciada da fruta tem qualidade, com características de aroma, coloração, sabor e quantidade de açúcar, que são diferentes das espécies produzidas em outras regiões.
Marcela Moro, coordenadora da Festa da Uva de Jundiaí que chega a sua 90ª edição em 2024, explica que como este tipo de uva nasceu em Jundiaí, já é divulgada com tipo de indicação geográfica que é a IP, ou seja, indicação de procedência.
Ela explica que a uva surgiu por conta de um fenômeno nos parreirais de Jundiaí. “Isso foi no bairro do Traviú, em 1933. No ano seguinte foi realizada a primeira Festa da Uva de Jundiaí”.
Foram quase dez anos de muito trabalho para obter essa marca de indicação geográfica da Uva Niágara de Jundiahy. A escrita Jundiahy remete a uma característica histórica do período em que a Niágara surgiu, em 1933. Nessa época, faziam parte da área de Jundiaí os municípios de Louveira, Itapeva, Vinhedo e Jarinu. “São essas cidades que estão na indicação. E isso traz muita gente de fora para comprar o produto específico daquela região. É uma ação que intensifica o fluxo turístico que, em 10 anos, subiu mais de 1% por conta da indicação dos vinhos”, conta Marcela.

Histórico
A indicação é uma forma histórica que acontece no mundo inteiro, não é só aqui no Brasil. A coordenadora contextua que a primeira indicação geográfica que se tem registro no mundo é a do vinho do Porto, em 1756. “Ela foi criada exatamente para valorizar esses produtos que têm características específicas por conta da origem em que eles estão que eles são desenvolvidos”.
Marcela ainda explica que para dizer hoje que o é vinho do Porto, ele somente pode ser produzido na região do Porto. “Se você for comprar garrafas que fazem este vinho em outro local, os produtores colocam vinho tipo do Porto. O mesmo acontece com a linguiça calabresa, o queijo provolone”.
No Brasil já existem registros de algumas indicações geográficas, como os vinhos da região do Vale dos Vinhedos, os espumantes de Farroupilha e o queijo da Canastra. “E quando a gente fez todo o estudo da gente geográfica da Niágara Rosada foi exatamente para isso. Para comprovar que temos uma fruta diferenciada e que é um grande atrativo para o mundo todo”, reflete a coordenadora.

Sobre a Festa da Uva
A primeira Festa da Uva de Jundiaí foi realizada em 1934 no Centro, utilizando-se das ruas no entorno odo antigo Mercado Municipal e do grupo escolar Conde do Parnaíba. Devido ao sucesso de público, que superou a casa dos 100 mil visitantes logo na primeira edição, pensou-se em construir um espaço especial para recebê-la.
Em 1953 foi inaugurado o Parque Municipal Antônio Carbonari (Parque da Uva), localizado no bairro do Anhangabaú, logo em uma das entradas principais do Município. Desde 2013, além de Festa da Uva, este tradicional evento do calendário municipal passou a ser comemorado junto com a Expo Vinhos.
Jundiaí ficou um período sem comemorar a Festa da Uva, entre os anos de 1938 e 1947, por conta da 2ª Guerra Mundial e em 2021 e 2022, devido às restrições da pandemia do COVID-19. Em 2023 retomou as atividades, desta vez, com 4 finais de semana repletos de atrações para toda a família.

Serviço Festa da Uva
Janeiro – 11, 12, 13 e 14 | 19, 20 e 21 | 26, 27 e 28 |
Fevereiro – 2, 3 e 4.
Local – Parque da Uva | Avenida Jundiai – s/n
Cidade – Jundiaí (SP)
Site – festadauva.jundiai.sp.gov.br

*Fonte: Diretoria de Turismo Jundiaí

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Camila Silveira, ganha título de rainha das redes sociais entre empreendedores de Ribeirão Preto e região

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Camila Silveira, renomada especialista em desenvolvimento empreendedor nas redes sociais, uniu forças com o empreendedor de sucesso Marco Aurélio Martins, diretor do grupo Sara Somos, para trazer a você um evento impactante realizado em Ribeirão Preto e Jaboticabal

Nos dias 17 e 18 de janeiro, empreendedores de Ribeirão Preto e Jaboticabal tiveram a oportunidade de participar de um evento de capacitação organizado pelo Grupo Somos Brasil. O renomado empreendedor Marco Aurélio Martins, presidente do grupo, proporcionou um ambiente de aprendizado onde os participantes puderam se aprimorar em estratégias de marketing digital. O destaque do evento foi a presença de Camila Silveira, uma especialista e apresentadora reconhecida mundialmente, que compartilhou poderosas estratégias para transformar as redes sociais em ferramentas lucrativas. Este evento foi uma verdadeira fonte de inspiração e conhecimento para todos os presentes, oferecendo insights valiosos para impulsionar seus negócios no mundo digital.

O depoimento de todos os presentes nas duas cidades é de profunda gratidão a tanto conteúdo transformador e se declararam surpreendidos por terem recebidos estratégias completas de ensino prático.

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